Azeite extra-virgem de boa qualidade (aquele extraído por prensagem, sem adição de calor e angentes químicos de tratamento) contém fitoquímicos que levam à morte das células cancerígenas e decorrência da supressão do gene HER2. Esta é a conclusão de uma pesquisa publicada no BMC Cancer. Os autores do estudo advertem porém que as dosagens utilizadas no estudo não são usuais na dieta humana, que deve ser complementada com outros bons hábitos como maior consumo de frutas e verduras, baixo consumo de bebidas alcoólicas e prática regular de atividade física.
Para saber mais: Javier A Menendez, Alejandro Vazquez-Martin, Rocio Garcia-Villalba, Alegria Carrasco-Pancorbo, Cristina Oliveras-Ferraros, Alberto Fernandez-Gutierrez and Antonio Segura-Carretero. Anti-HER2 (erbB-2) oncogene effects of phenolic compounds directly isolated from commercial Extra-Virgin Olive Oil (EVOO). BMC Cancer (in press).
Mostrando postagens com marcador Azeite de Oliva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Azeite de Oliva. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
Azeite de oliva extra-virgem protege o fígado
Em um estudo publicado no Nutrition and Metabolism , ratos foram expostos ao herbicida tóxico ácido 2,4-diclorofenoxiacético. O mesmo causa estresse oxidativo e danos ao fígado. Este mesmo estresse oxidativo também aumenta o risco de doenças neurodegenerativas, cardiovasculares, câncer e diabetes. Na pesquisa, todos os ratos expostos ao herbicida desenvolveram disfunções hepáticas. Porém, naqueles que receberam o azeite, o dano foi diminuído. Isto ocorre pois o azeite é rico em compostos fenólicos com propriedades antioxidantes e protetoras. Outros alimentos ricos em compostos fenólicos são os chás (como chá verde e chá de hibiscus), o cacau, as uvas, o açaí... Mas voltando ao azeite, o mesmo ainda é rico no ácido graxo oléico que diminui o risco de oxidação da LDL (o "mau colesterol") e, portanto, de aterosclerose. Mas não vale comer uma refeição rica em frituras e gorduras ruins e regar com azeite. O ácido graxo oléico deve substituir as gorduras saturadas e trans da dieta. Escolha uma boa marca, sem aceitar aquelas com misturas de óleos (por exemplo azeite + óleo de soja). Como é um produto importado acaba sendo mais caro que os outros óleos mas vale a pena. Retire as guloseimas, sorvete, biscoitos, refrigerantes e sucos industrializados do carrinho. Economize e faça o azeite entrar de vez no cardápio da sua família.segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Menos carne vermelha, mais peixe e azeite de oliva.
Estudo da Universide Harokopio de Atenas (Grécia), publicado na Nutrition Magazine,mostrou que a adesão a uma dieta próxima à mediterrânea (com mais peixe, vegetais e azeite de oliva) e baixo consumo de carne vermelha melhora saúde óssea de mulheres. Geralmente, as análises tradicionais focam no consumo de cálcio porém já se sabe que alguns fatores aumentam a perda do mineral (como alto consumo de álcool, açúcar e proteínas), daí a importância desta pesquisa que demonstrou que a diminuição do consumo de carne vermelha e o aumento do consumo de peixes e azeite tem um impacto positivo na saúde óssea. Estudos recentes também demonstraram o benefício deste tipo de dieta na perda de peso e no combate ao câncer.
Assinar:
Postagens (Atom)

